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Na Hangtie Youcheng Technology.
Um provedor de pagamentos clandestino controlado pelo irmão de Zhou, por US$ 221.000. Além disso, os registros do leilão de terrenos mostram que menos de um ano. Após o segundo investimento. Contudo a empresa comprou o terreno em Hangzhou por US$ 819. Por metro quadrado, o que é muito inferior ao preço normal do terreno em Hangzhou. Custa US$ 7,1 mil (R$ 38,9 mil) por metro quadrado. No entanto tornando-se o único licitante qualificado. De acordo com um amigo próximo do Ant Group. O crescimento da alta tecnologia se deve em grande parte. À sua capacidade de atrair autoridades locais, de acordo com o London Financial Times. "Contudo quem conhece a situação nacional da China sabe. Que o poder é inevitável na governança do país. Na coordenação governo-empresa. E nas transações de poder e dinheiro. A única maneira de as empresas chinesas prosperarem é poder e dinheiro. Tem que vir, o futuro", disse. ele disse.Novos ataques de energia na indústria de tecnologia da China?
Portanto em um comunicado na última quinta-feira (20h20). A Comissão Central de Inspeção Disciplinar (CCDI) do Partido Comunista disse. Que Pequim está intensificando os esforços para "quebrar o vínculo entre poder e capital". "As práticas corruptas por trás da expansão irracional de monopólios. E plataformas de capital estão sendo investigadas e punidas", disse o comunicado. As autoridades também disseram que "não teriam pena". De "aqueles que socializam com grupos políticos. Pequenos círculos e grupos de interesse". O anúncio da CCDI de que a organização. Investigará práticas corruptas na economia. Da plataforma digital indica que os supressores de alta tecnologia lançados. No ano passado podem se intensificar em 2022. E o grupo Ant pode estar no topo da lista. Os planos de Pequim para o 20º congresso do partido em outubro. Deste ano ainda não são conhecidos. Muitos acreditam que é uma tentativa de minar. O poder da grande tecnologia da China. Mas outros dizem que Pequim não tem nada a ver com "esmagar". A gigante da tecnologia. Em suas próprias palavras, ele quer "orientá-los". Para melhor servir os interesses do desenvolvimento nacional. Ou para criar o chamado "bem comum".*Fonte de pesquisa: canaltech O caso de Zhou Jiangyong e as suas ligações com o Ant Group não é um acontecimento isolado, mas parte de um padrão mais amplo de crescente escrutínio sobre o setor privado na China. A abordagem de "tolerância zero" em relação à corrupção não apenas busca responsabilizar indivíduos, mas também tentar reestabelecer a confiança do público na governança. As autoridades estão cientes de que a percepção de corrupção pode minar a fé na liderança do Partido Comunista, especialmente em tempos de desaceleração econômica. É importante ressaltar que a investigação sobre Zhou e suas práticas comerciais ocorre em um contexto em que o governo chinês está cada vez mais preocupado com o poder e a influência concentrados nas mãos de algumas grandes empresas de tecnologia. A ascensão meteórica de conglomerados como Alibaba e Tencent trouxe enormes avanços tecnológicos, mas também levantou questões sobre o equilíbrio de poder entre o Estado e o setor privado. A retórica sobre a "conexão entre poder e capital" sugere que Pequim está determinada a regular e, se necessário, desmantelar estruturas que considera excessivamente influentes. Além disso, as tensões entre inovação e regulação não são exclusivas da China. Em diversas partes do mundo, governos estão se movimentando para controlar o crescimento e a influência das gigantes da tecnologia. A diferença, porém, reside na abordagem mais direta e muitas vezes punitiva que o Partido Comunista Chinês emprega. Enquanto em democracias ocidentais a regulamentação é frequentemente debatida em fóruns públicos, na China, as decisões são tomadas em círculos fechados, e as ações podem ser abruptas e repletas de consequências severas. As repercussões para o Ant Group e outras empresas de tecnologia podem ser significativas. Com um ambiente regulatório em constante evolução, os investidores e executivos estão se adaptando a um novo normal, onde a colaboração com as autoridades é não apenas desejável, mas essencial para a sobrevivência das empresas. A confiança entre o setor privado e o governo parece estar em uma fase crítica, onde a cooperação pode ser a chave para mitigar riscos e garantir crescimento em um cenário de incerteza. Portanto, o futuro do setor tecnológico na China dependerá de como esses desafios serão enfrentados. Se as empresas conseguirão se adaptar e prosperar em um ambiente de maior vigilância permanece uma questão em aberto. O que é certo, no entanto, é que a relação entre o poder político e o capital continuará a ser um tema central na narrativa econômica chinesa nos próximos anos, moldando o destino de muitos protagonistas do setor.